Calçados, roupas e perfumes devem levantar vendas no Dia dos Pais

O otimismo de alguns empresários do comércio pode refletir no aumento das vendas no início do mês que vem, sobretudo até 11 de agosto, data em que este ano será comemorado o “Dia dos Pais”.

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Segundo a CDL/Aracaju, alguns artigos que são preferencialmente escolhidos por filhos e esposas para presentear no Dia dos Pais, os perfumes, roupas masculinas variadas, calçados, produtos da linha de informática, celulares, bebidas e até mesmo almoços e jantares, deverão liderar o consumo dos clientes em relação às compras na data comemorativa.

“Estamos sentido que, aos poucos, a economia vem ganhando fôlego no Brasil. No Dia das Mães já houve um pequeno aumento nas vendas, o mesmo acontecendo no Dia dos Namorados e esperamos que tal procedimento se mantenha agora no Dia dos Pais”, diz Brenno Barreto que preside a CDL.

Apesar de a data ser considerada a quarta em termos de vendas – Natal, Dias das Mães e Namorados lideram a corrida – a FCDL/Sergipe também faz referência a uma pesquisa elaborada recentemente pela CDL de Belo Horizonte, o que demonstra um certo “otimismo” em relação à data.

“Dados revelados pela nossa coirmã, CDL de Belo Horizonte, revelam que os pais deverão ganhar presentes mais modestos em 2019, apontando que os empresários acreditam que o valor médio que os consumidores irão gastar deve ser 12% menor do que no ano passado. A expectativa é a de que o tíquete médio das compras em BH seja de R$ 106,79. Em 2018, a quantia esperada era de R$ 121,63. Mesmo assim, há o poder e a vontade de realizar as compras”, define Edivaldo Cunha, presidente da FCDL/Sergipe, acreditando que esse desejo também pode refletir na economia sergipana.

Apesar do tíquete médio ultrapassar os R$ 100, a maior parte dos entrevistados (38,4%) espera que os consumidores adquiram itens de até R$ 50 neste Dia dos Pais. Outros 29% acreditam que o valor será de R$ 50,01 a R$ 100. “O pai é aquela figura que não inspira tanto afeto e não tem tanto apelo emocional como a da mãe. Isso também ajuda a explicar o desembolso menor”, diz o presidente da CDL/BH, Marcelo de Souza e Silva.

Por Ascom CDL/FCDL, com dados da CDL/BH