Governo estadual descarta possibilidade de criar ou aumentar impostos

Em palestra na CDL, Belivaldo diz que classe não pode sofrer mais

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No auditório da CDL e para uma platéia de lojistas, empresários, jornalistas e convidados, o governador Belivaldo Chagas, nas palavras do seu secretário da Fazenda, Ademário Alves, descartou a possibilidade de aumentar ou criar novos impostos em Sergipe mesmo diante da crise que se abate sobre o país atualmente.

Convidado pela FCDL e CDL/Aracaju, o secretário mostrou que não é possível “mais escachar” a classe produtiva brasileira, citando o setor de comércios e serviços como exemplo e aposta numa parceria com o segmento para o estado crescer junto com as receitas e melhoria para todos.


O governador Belivaldo Chagas disse do seu compromisso com as classes produtivas de Sergipe, ressaltando que o esforço do seu governo é para atingir a meta de pagar a folha de pessoal dentro do mês trabalhado e também gerar um saldo positivo nas contas do governo até o final de 2018 da ordem de R$ 56 milhões, “superando o déficit que vimos acumulando nos últimos anos”.


Edivaldo Cunha elogiou a postura do governador e de sua equipe econômica em vir conversar diretamente com os lojistas, com a participação de mais de 10 CDLs sergipanas, enfatizando que a FCDL estará aberta ao diálogo para o encontro de caminhos conciliadores entre os interesses do estado e da classe do comércio.
 

Patrocinado pela Banese Card, o encontro denominado “Conversando com o Lojista” atraiu diversas representações como Fecomércio, Fórum Empresarial, SEBRAE, Acese, as CDLs de Aracaju, Neópolis, Dores, Estância, Lagarto, Tobias Barreto, Itabaiana, Barra dos Coqueiros, Associação dos Lojistas do Shopping Jardins, deputado Zezinho Guimarães, dentres entidades ligadas ao setor, debatendo efusivamente as “perspectivas econômica financeiras do estado” para os segmentos empresariais.
 

Brenno Barreto, da CDL, fez a entrega de um documento empresarial contendo várias reivindicações da classe, bem como indagou ao secretário e ao governador questões relativas ao ICMS, fiscalização estadual e assuntos do comércio, celebrando o sagrado “pinga fogo”, que ocorre nos debates em torno da realização do ‘Conversando com o Lojista”.

 

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